Rua Sorocaba 800, CEP 22271-100, Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil.

domingo, 22 de julho de 2012

A riqueza do simbolismo da Cruz

O Grupo de Estudos C. G. Jung, se aprofundando, nas quinzenas das quartas-feiras, no Simbolismo da Cruz, seguindo como base o livro de Nise da Silveira - O Mundo das Imagens.
A potência imagística da Cruz na Mesopotâmia. A cruz grega, a romana, a celta, a cristã, assim como a Cruz nas culturas; chinesa e hindu, maia e azteca.
Mostra de imagens da Cruz nos desenhos de clientes da Casa das Palmeiras, no Museu de Imagens do Inconsciente e na criação de artistas plásticos.
Ver abaixo no Blog, dia 9, corrente - Informações dos dias, horário e local.
Aberto ao público.
S. - Lápis cera/papel, 29x21 cm., 2012. 
Cruz forquilha (símbolo da árvore da vida) Livro - os cavalos de octavio ignacio - Sociedade Amigos de Moseu de Imagens do Inconsciente, 1978.
Cruz celta
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domingo, 15 de julho de 2012

C. G. Jung - o homem despojado

C. G. Jung acendendo o cachimbo?
  Amava viver despojado com a Natureza.
(fotografia em torno de 1920)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

A Cruz e seu simbolismo

Arquivo / Sacramento
Dacílio Lima - obra desaparecida - lápis cera 1967 - 96x66 cm
Livro - Mostra de Descobrimento:
 Imagens do Inconsciente, pg  82/83 - 2000.
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Apresentação - introdução
A Cruz e seu simbolismo
[enriquecida com imagens]
Grupo de Estudos C. G. Jung
Aberto ao público
Dias: 11, 25 de julho
e 8 de agosto de 2012
Raphael Domingues - bico de pena s/d.
Arquivo - Museu de Imagens do Inconsciente
Referências: Nise da Silveira
O Mundo das Imagens
Local:
CASA DAS PALMEIRAS
Início: 19h / término às 20h40.
Rua Sorocaba, 800 – Botafogo.
Tel. 2266-6465 (Inform.: das 13h às 17h)
Desenho/guache - Acervo - J.
Casa das Palmeiras
Poetas, artistas, filósofos, médicos, psicólogos, pensadores livres, cientistas, sociólogos e/ou qualquer pessoa que desejar mergulhar na obra da sábia Nise da Silveira estão convidados.
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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Nise da Silveira sobre produção plástica - Imagens

Arquivo - desenhos
 técnica mista
“Desenho e pintura não só constituem excelente meio de pesquisa, mas igualmente são instrumentos da maior importância na terapêutica junguiana das neuroses”.
“Certamente será muito válido interpretar e compreender as produções da imaginação – sonhos, fantasias – nos distúrbios emocionais. Mas o caminho da interpretação emocional não é o único caminho. Há também, segundo Jung, o método que sugere ao indivíduo a tentativa de dar forma visível às imagens internas que surgem em meio dos tumultos das emoções. Exprimir as emoções pela pintura será excelente método de confrontá-las. Não importa que essas pinturas sejam de todo desprovidas de qualidade estéticas. O que importa é proporcionar à imaginação oportunidade de desenvolver livre jogo e que o individuo participe ativamente dos acontecimentos imaginados”.
“Não se trata de fazer arte, diz Jung, mas de produzir um efeito sobre si próprio. Aquele que até então permanecia passivo, agora começa a desempenhar uma parte ativa. Lançando sobre o papel as imagens que viu passivamente, realiza um ato deliberado. Há grande diferença entre falar sobre imagens de sonhos e fantasias durante uma sessão analítica, e lutar durante horas com pinceis e tintas para dar forma a imagens fugidias. Cedo o indivíduo verifica que o ato de pintar o libera de estados psíquicos de muito sofrimento. Passará a recorrer espontaneamente a este método e assim irá se tornando independente de seu médico. Dando formas às imagens internas, simultaneamente, ele se modela a si mesmo”. (Jung C. W. 16, p 48)
“Jung atribui à pintura função terapêutica. Por intermédio da pintura, ‘o caos aparentemente incompreensível e incontrolável da situação total é visualizado e objetivado (...). O tremendum é exorcizado pelas imagens pintadas, torna-se inofensivo e familiar e, em qualquer oportunidade que o doente recorde a vivência original e seus efeitos emocionais, a pintura interpõe-se entre ele e a experiência, e assim mantém o terror à distância’. (C. W. 3, p. 260)”.
(...) “Os processos de autocura serão favorecidos se o doente sentir-se livre no atelier, não se admitindo coações de qualquer espécie nem a presença importuna de curiosos”.
Nise da Silveira - Imagens do Inconsciente – pgs 134, 135 -1981, Alhambra, RJ.
guache
 pastel oleoso


pastel seco e oleoso

sábado, 30 de junho de 2012

Festa Junina na Casa das Palmeiras


Repleta de alegria com muitos clientes, familiares, estagiários/as, colaboradores, novos e antigos/as, e mais, amigos e amigas da Casa, comemoramos, neste ano de 2012, dia 29 de junho, mais uma divertida Festa Junina na Casa as Palmeiras. Solstício de inverno!
Bandeirinhas e lanternas feitas junto com estagiários/as e clientes coloriam as salas. Enfeites divertidos. Brincadeiras, forró, quadrilha, casamento da roça, coral. Muita música pra animá o arraia! Pescaria. ”Dança caipira” e alegria com roupas típicas juninas! Deliciosos salgados, bebidas e doces típicos.
Muita Emoção de Lidar!
O jornal O Arauto organizado sob a orientação de estagiários, com a colaboração dos clientes, foi distribuído durante a Festa. O Arauto tem como objetivo passar as informações recentes dos acontecimentos da Casa; atividade, passeios, novidades, curiosidades e outras “cositas mas”.
Esta Edição do Inverno, impressa em papel couché, por generosidade de doadores, está muito bonita em sua composição gráfica e plástica; com muitas imagens coloridas dos trabalhos realizados nos ateliês de pintura e modelagem; grupo de poesia; passeios no Museu Folclore e de Astronomia; palavras dos usuários; editorial. Uma novidade; as capas do jornal, diferentes entre si, teve trabalhos de cada cliente da Casa. Isto é, todos tiveram seus trabalhos na capa. Bela sugestão do estagiário Leandro, individualizando cada capa do O Arauto. Uma beleza!
___________________________________Somos gratos às doações para nossas atividades, nossos ateliês. Tel 2266-6465.
Somos gratos às doações bancárias: Banco ITAÚ Agência 9161 c/c Nº 09906-5.
Viva NISE, eternamente lembrada com emoção!

sábado, 23 de junho de 2012

Festa Junina


A Casa das Palmeiras tem o prazê de convidá
familiares dos clientes, amigos e amigas
prá tradicioná
Festa no seu Arraiá.
Celebramos a Festa Junina - solstício de inverno.
Rua Sorocaba, 800 – Botafogo.
Dia 29 de junho de 2012 - sexta-feira -
das 13h ás 17h30.
Informação: Tel. 2266-6465
Programação:
Brincadeiras de Salão, Casamento, Quadrilha.
Coral e Forró das Palmeiras.
Contribua com um prato de doce ou salgado, típico/junino.
Suco ou refrigerante.
Contamos com a sua especial presença!
Os sócios, também, são convidados.
Bandeirinhas e lanternas são feitas em conjunto.
Clientes, estagiários/as e colaboradores organizam,
colorem as salas, os espaços da Casa das Palmeiras.
A Festa Junina é uma festa típica do interior, significa congraçamento entre as pessoas, como acontece na Casa das Palmeiras. T.
E viva São João!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Nise Magalhães da Silveira: Formação Junguiana

Arquivo:
Toda a Obra da psiquiatra Nise da Silveira está pontuada em seu vasto conhecimento em Jung; teoria e prática. Mulher de cultura clássica, de extraordinária curiosidade intelectual, estudiosa por toda a sua vida, teve indiscutivelmente em Carl Gustav Jung seu mestre maior. Uma Junguiana sem rigores formais. Ela foi quatro vezes à Europa, Suíça, por três vezes pesquisar e estudar o processo criativo e imagens do inconsciente no Instituto Jung, Zurique. E lá, na Suíça, fez análise com Dra. Marie- Louise von Franz.
Numa bela Festa de São João e São Pedro, da Casa das Palmeiras, 29 de junho de 2007, para a alegria dos clientes, seus familiares e todos nós presentes, ali conversando com Paulo Alberto Monteiro de Barros [Arthur da Távora], Presidente da Casa, perguntamos o que ele achava de umas poucas pessoas dizerem que Nise da Silveira não fez Formação Junguiana. Ele respondeu de imediato: “Fez com o próprio Jung” e sorriu. Ele que foi grande amigo da Dra. Nise e estudioso de Jung, ao lado dela, por um bom tempo, não deixaria de responder com precisão sobre levianas afirmações. Nise Magalhães da Silveira desenvolveu de maneira admirável as teorias de Jung no que diz respeito à importância dos estudos das imagens do inconsciente. Fundou, aqui no Brasil, o Grupo de Estudos C. G. Jung, o Museu de Imagens do Inconsciente onde deixou um acervo imenso para ser estudado e pesquisado, com os cuidados da Sociedade dos Amigos do MII.
Seu encontro com Jung, estudos e pesquisas a partir das suas teorias, fundamentou toda a sua psicologia analítica voltada para o Grande Livro que são as imagens que emergem do inconsciente. A Casa das Palmeiras, fundada por ela, Instituição de Reabilitação com Terapêutica Ocupacional, é outro centro de estudos e pesquisa das imagens.
Nise Magalhães da Silveira publicou na Revista Quaternio, do Grupo de Estudos C. G. Jung, 1973, pg. 136: “Nosso enorme acervo de nada servirá, será coisa morta, se não for estudado. Cabe a vocês esta tarefa, que exige ter diante de si muitos anos pela frente. Cuidar, defender este patrimônio. Estudar, desenvolver nossos atuais métodos de pesquisa, tornando-os mais sistematizados e precisos, acompanhando sempre o desenvolvimento da Ciência, que não para nunca. Vocês não perderão seu tempo. Estas imagens surgidas do inconsciente, do mundo primordial, têm muitas coisas a revelar sobre dinamismos da vida psíquica e sobre os mistérios da atividade criadora”.