Rua Sorocaba 800, CEP 22271-100, Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil.

sábado, 30 de junho de 2012

Festa Junina na Casa das Palmeiras


Repleta de alegria com muitos clientes, familiares, estagiários/as, colaboradores, novos e antigos/as, e mais, amigos e amigas da Casa, comemoramos, neste ano de 2012, dia 29 de junho, mais uma divertida Festa Junina na Casa as Palmeiras. Solstício de inverno!
Bandeirinhas e lanternas feitas junto com estagiários/as e clientes coloriam as salas. Enfeites divertidos. Brincadeiras, forró, quadrilha, casamento da roça, coral. Muita música pra animá o arraia! Pescaria. ”Dança caipira” e alegria com roupas típicas juninas! Deliciosos salgados, bebidas e doces típicos.
Muita Emoção de Lidar!
O jornal O Arauto organizado sob a orientação de estagiários, com a colaboração dos clientes, foi distribuído durante a Festa. O Arauto tem como objetivo passar as informações recentes dos acontecimentos da Casa; atividade, passeios, novidades, curiosidades e outras “cositas mas”.
Esta Edição do Inverno, impressa em papel couché, por generosidade de doadores, está muito bonita em sua composição gráfica e plástica; com muitas imagens coloridas dos trabalhos realizados nos ateliês de pintura e modelagem; grupo de poesia; passeios no Museu Folclore e de Astronomia; palavras dos usuários; editorial. Uma novidade; as capas do jornal, diferentes entre si, teve trabalhos de cada cliente da Casa. Isto é, todos tiveram seus trabalhos na capa. Bela sugestão do estagiário Leandro, individualizando cada capa do O Arauto. Uma beleza!
___________________________________Somos gratos às doações para nossas atividades, nossos ateliês. Tel 2266-6465.
Somos gratos às doações bancárias: Banco ITAÚ Agência 9161 c/c Nº 09906-5.
Viva NISE, eternamente lembrada com emoção!

sábado, 23 de junho de 2012

Festa Junina


A Casa das Palmeiras tem o prazê de convidá
familiares dos clientes, amigos e amigas
prá tradicioná
Festa no seu Arraiá.
Celebramos a Festa Junina - solstício de inverno.
Rua Sorocaba, 800 – Botafogo.
Dia 29 de junho de 2012 - sexta-feira -
das 13h ás 17h30.
Informação: Tel. 2266-6465
Programação:
Brincadeiras de Salão, Casamento, Quadrilha.
Coral e Forró das Palmeiras.
Contribua com um prato de doce ou salgado, típico/junino.
Suco ou refrigerante.
Contamos com a sua especial presença!
Os sócios, também, são convidados.
Bandeirinhas e lanternas são feitas em conjunto.
Clientes, estagiários/as e colaboradores organizam,
colorem as salas, os espaços da Casa das Palmeiras.
A Festa Junina é uma festa típica do interior, significa congraçamento entre as pessoas, como acontece na Casa das Palmeiras. T.
E viva São João!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Nise Magalhães da Silveira: Formação Junguiana

Arquivo:
Toda a Obra da psiquiatra Nise da Silveira está pontuada em seu vasto conhecimento em Jung; teoria e prática. Mulher de cultura clássica, de extraordinária curiosidade intelectual, estudiosa por toda a sua vida, teve indiscutivelmente em Carl Gustav Jung seu mestre maior. Uma Junguiana sem rigores formais. Ela foi quatro vezes à Europa, Suíça, por três vezes pesquisar e estudar o processo criativo e imagens do inconsciente no Instituto Jung, Zurique. E lá, na Suíça, fez análise com Dra. Marie- Louise von Franz.
Numa bela Festa de São João e São Pedro, da Casa das Palmeiras, 29 de junho de 2007, para a alegria dos clientes, seus familiares e todos nós presentes, ali conversando com Paulo Alberto Monteiro de Barros [Arthur da Távora], Presidente da Casa, perguntamos o que ele achava de umas poucas pessoas dizerem que Nise da Silveira não fez Formação Junguiana. Ele respondeu de imediato: “Fez com o próprio Jung” e sorriu. Ele que foi grande amigo da Dra. Nise e estudioso de Jung, ao lado dela, por um bom tempo, não deixaria de responder com precisão sobre levianas afirmações. Nise Magalhães da Silveira desenvolveu de maneira admirável as teorias de Jung no que diz respeito à importância dos estudos das imagens do inconsciente. Fundou, aqui no Brasil, o Grupo de Estudos C. G. Jung, o Museu de Imagens do Inconsciente onde deixou um acervo imenso para ser estudado e pesquisado, com os cuidados da Sociedade dos Amigos do MII.
Seu encontro com Jung, estudos e pesquisas a partir das suas teorias, fundamentou toda a sua psicologia analítica voltada para o Grande Livro que são as imagens que emergem do inconsciente. A Casa das Palmeiras, fundada por ela, Instituição de Reabilitação com Terapêutica Ocupacional, é outro centro de estudos e pesquisa das imagens.
Nise Magalhães da Silveira publicou na Revista Quaternio, do Grupo de Estudos C. G. Jung, 1973, pg. 136: “Nosso enorme acervo de nada servirá, será coisa morta, se não for estudado. Cabe a vocês esta tarefa, que exige ter diante de si muitos anos pela frente. Cuidar, defender este patrimônio. Estudar, desenvolver nossos atuais métodos de pesquisa, tornando-os mais sistematizados e precisos, acompanhando sempre o desenvolvimento da Ciência, que não para nunca. Vocês não perderão seu tempo. Estas imagens surgidas do inconsciente, do mundo primordial, têm muitas coisas a revelar sobre dinamismos da vida psíquica e sobre os mistérios da atividade criadora”.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Museu Nacional de Belas Artes

Domingo, dia 10 de junho, um grupo da Casa das Palmeiras, em programação extra, foi ao Museu Nacional de Belas Artes, RJ, a fim de conhecer os preciosos trabalhos do artista plástico Eliseu Visconti em exposição. Aproveitamos para ver as obras das salas séc. XIX e XX. O Museu é uma das riquezas do Brasil.
Foi lembrada que ali, em 1995, houve uma significativa mostra: Casa das Palmeiras - A Emoção de Lidar, com desenhos e pinturas. Além de palestras sobre as atividades desenvolvidas na Casa.
Ao sair, tivemos a oportunidade, ainda, de ver um pouco da mostra, ao ar livre: A Terra vista de céu, enfrente do Teatro Municipal.
Apreciando Visconti !
Eliseu Visconti, Sonho Místico, 1897.Coleção Museo Nacional de Bellas Artes, Santiago, Chile.
Virgem em madeira. Sala séc. XIX
José Tarcísio, regador. Sala séc. XX
Cartaz da Exposição de trabalhos realizados
 por clientes da Casa das Palmeiras.
Mais uma tarde agradável com programa fraterno e cultural.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Observatório Nacional - Passeio




URANIA - a musa que presidia a Astronomia e a Geometria - vitral.
Era representada na figura de uma jovem vestida de azul, coroada de estrelas, segurando o Globo Celeste, que ela aponta com uma varinha, rodeada de instrumentos de matemática.

Observação da Lua pelo telescópio, a qual nos surpreendeu presente, em céu aberto, às 15h30, ontem, quarta-feira, dia 30 de maio de 2012.
                                                                Meteorito - o 2º maior do Brasil.

Caminhadas e lanche, grupo de 14 pessoas, nos jardins gramados do Observatório Nacional, cheio de mangueiras, goiabeiras, arbustos e árvores prondozas. 
Mais um dia de lazer, prazer e cultura - Casa das Palmeiras plena em criatividade.
Passeio ao Observatório Nacional - Museu de Astronomia e Ciências afins. Que espanto poder contemplar e tocar num impressionante Meteorito - encontrado em Santa Luzia, Goiás, 1922. 

domingo, 27 de maio de 2012

Teatro - programa cultural

Histórias para Encantar
Casa das Palmeiras: clientes e amigos tiveram duas tardes prazerosas.
Programa de Teatro: dias 12 e 26, maio, assistindo a maravilhosa atriz, narradora,
Priscila Camargo -
Músicos ao vivo: Marcelo Daguerre e Anderson Vilmar. (entrada franca)


Chegando ao Teatro
Fim do espetáculo
Aplausos
Autógrafo de
Priscila - DVD

terça-feira, 22 de maio de 2012

Nise da Silveira por Artur da Távola

Nise da Silveira - Artur da Távola.
Revista Quaternio - Nº 8, 2001 - Grupo de Estudo C. G. Jung


          Nise gigante de metrimeio. Nise tinhosa, valente, aguda. Nise terna. Nise felina, arquetípica: “Grande Mãe” com alma de “Puer Aeternus”. Nise memória do cárcere que libertou das ditaduras da psiquiatria tradicional. Nise da aventura maravilhosa de curar.
          Nise que foi: mais cáctus que manga; mais mel que coca-cola; mais verdade que vacilação; mais queijo de coalho que cammembert; mais Beethoven que Chopin; mais Chaplin que Cecil B. de Mille; mais pífano que harpa; mais franqueza que medo; mais humildade que modéstia.
          Nise concreta, Nise brava e forte na fragilidade maior da feminilidade imponente.
          Nise mandacaru sempre florido por agudeza e percuciência, expressão estética da ética maior do ser tornado igual.
          Nise alma de santa em estilo guerreiro, mescla de forças abissais com sutilezas orientais.
          Nise hostil às formas de poder não oriundos do saber. Nise sacerdotiza dos gatos com quem aprendemos a sabedoria milenar do instinto e a rara civilização do sutil. Nise dos cães, seus terapeutas que ajudaram esquizofrênicos a se manifestar e a trazerem de seu pulcro mundo ocultos, tanto belezas quanto a possibilidade de alcançar universos que os chamados sadios jamais vislumbrarão.
          Nise exação em pessoa como servidora pública exemplar; para quem servir era o único escopo da atividade.
          Nise terapeuta ágil, leal e profunda a encadear nas imagens do inconsciente as descobertas de eras imemoriais e do patrimônio comum à humanidade. Nise do inconsciente coletivo, do self anima casado com animus, velho sábio amigo do herói, memória da célula.
          Nise da arqueologia da mente e dos elos cósmicos além dos racionalismos que infelicitaram o século XX. Nise veraz, luz, claridade, franqueza, ordem direta, o fim da evasiva, o começo da verdade, a verdade final, afinal a verdade. Nise intrépida, retilínea, indômita e audaz. Exemplo de vida!
          Nise mãe geral de um Brasil menino e enfermo, pobre e desvalido. Obreira da grandeza civil, desbravadora dos continentes internos, antropóloga das profundezas. Nise asceta, seiva viva, anciã de todas as juventudes, jovem de todas as eras.
          Nise pássaro, graúna azul, olhar raio x, aguda percepção da falsidade alheia tanto quanto da verdade e do bem igualmente moradores na alma do ser. Nise áspera se necessária e seixo de rio sempre que encontrava alma irmã.
          Nise Brasil, Nise elo de gerações, marca da capacidade humana de ser, crescer, criar, ousar, aventurar-se no caminho maior da entrega da vida ao bem da humanidade.
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Artur da Távola (3/01/1936-9/05/2008) foi amigo de Nise da Silveira por muitos anos, assíduo frequentador do Grupo de Estudos C. G. Jung, estudioso de Jung. Advogado, jornalista, escritor, radialista, político brasileiro.
Presidente da Casa das Palmeiras - novembro de 2005 a dezembro de 2007.
Ler no Blog da Casa - homenagem - 17 de maio 2008 _________